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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Das salas de aula aos ambientes de aprendizagem


Com o desenvolvimento das tecnologias e a sociedade acabou resultando na alteração de alguns métodos de ensino e aprendizagem, estas tecnologias são automaticamente incorporadas em sala de aula. Essas tecnologias de comunicação e informação são utilizadas em atividades de ensino aprendizagem de uma maneira diferente, o espaço da mediação das TICs em educação as pessoas envolvidas no processo ( professores, alunos ) são conhecidos e os fins a quem destinam são determinados com os objetivos do ensino e da aprendizagem .

Uma forma também tradicional da utilização das tecnologias em educação, embora possua um pouco mais de resposta do aluno, ocorre em atividades de ensino assistidos por meios de computadores, nos cursos de auto-aprendizagem, o estudante acessa a unidade de conteúdo já disponível no computador ( CD- Rom) começando a ler e responder o que é solicitado como por exemplo imagens, cores, movimentos e outros que em meio das atividades procuran "interagir" com o aluno.

O objetivo fundamental da educação é transmissão de informação, o uso destas tecnologias para o ensino evindencia o papel com o suporte para a apresentação indiferenciadas de conteúdos que serão verificados nas respostas dos estudantes. Podemos então concluir que a atualização destes procedimentos que ainda a sala seja um espaço de encontro físico entre o aluno e o professor, a aula se espande e incorpora novos ambientes por meio da interação comunicativa e a relação ensino aprendizagem se fortalecem.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Educação digital estimula o aprendizado na sala de aula



As tecnologias digitais tornam a cada dia a educação mais interessante aos alunos, já que os professores utilizam desses recursos digitas como aliados no aprendizado, a fim de colaborar para aumentar a comunicação entre estudantes e professores, independentemente do nível escolar da criança.

O tema já vem sendo estudado por pedagogos do Brasil. Uma dissertação comprovou que a metodologia ligada à tecnologia fica bem mais interessante aos alunos.
Blogs e aulas interativas foram algumas das ferramentas utilizadas por Lina Maria Braga Mendes em sua pesquisa intitulada "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula". Lina descreve que antes a tecnologia era mal empregada na escola. “Aprofundei-me e vi que a criança tem grande afinidade com esse meio, e que professores e adultos ficam para trás", descreve a professora.

De acordo com Lina, os meios digitais são fundamentais para a educação ambiental, especialmente de crianças e jovens que vivem nos grandes centros urbanos, longe de florestas e dos recursos naturais. Ela cita o Google Earth (ferramenta que mostra mapas e planos de todo o planeta) como importante recurso a ser utilizado dentro da sala de aula, pois ao navegar pela Internet, é possível, por exemplo, ter uma noção muito mais próxima do que é uma área desmatada.

“A tecnologia pode ser um grande aliado do aprendizado, porém mal utilizada não traz benefício algum ao ambiente escolar. Algumas opções de ferramentas podem ser muito úteis para serem usadas durante as aulas. O professor deve planejar sua ação com antecedência e cuidado para que os alunos não se percam e achem a atividade difícil”, ressalta a tutora e pedagoga do Portal Educação, Emileide da Costa.

Educação digital forma jovens ambientalmente conscientes


Recursos digitais podem ser grandes aliados do aprendizado e contribuir para aumentar a comunicação entre estudantes e professores, independentemente do nível escolar da criança. Além disso, essas ferramentas são facilitadoras para aproximar os jovens em formação das questões que envolvem o meio ambiente, defende a professora Lina Maria Braga Mendes.

A partir da percepção de que a tecnologia é subutilizada na educação, ela iniciou, há três anos, a pesquisa "Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula", tese de Mestrado na Universidade de São Paulo (USP).

"Comecei a pensar em como a tecnologia é mal utilizada na escola. Aprofundei-me e vi que a criança tem grande afinidade com esse meio, e que professores e adultos ficam para trás", descreve Lina. O estudo envolveu alunos do Ensino Fundamental da escola onde ela dá aulas, Colégio Itaca, no Butantã, São Paulo.

Blogs e aulas interativas foram algumas das ferramentas utilizadas por Lina para verificar o quanto tais recursos podem contribuir para o desenvolvimento estudantil, a aplicação das disciplinas e o trabalho dos professores.

"Apesar da afinidade com tecnologia, de estarem usando direto a internet, os jovens têm dificuldade de compreensão da linguagem. Fiz experiência com uma obra do Nelson Rodrigues adaptado para a internet, e eles se perderam. Não entenderam o jogo e os recursos. Falta muito ainda para que essa linguagem seja totalmente entendida pelas crianças, o que permitirá que elas façam leitura mais crítica do que há em oferta na rede", explica a docente.

Para Lina, os meios digitais são fundamentais para a educação ambiental, especialmente de crianças e jovens que vivem nos grandes centros urbanos, longe de florestas e dos recursos naturais. "É muito mais interessante hoje usar o Google Earth (ferramenta que mostra mapas e planos de todo o planeta), do que estender um mapa de papel na lousa da sala de aula. Ao navegar pela Internet, a criança pode ter uma noção muito mais próxima do que é uma área desmatada, por exemplo", destaca Lina.

No plano de estudos para o terceiro bimestre deste ano, o foco do Colégio Itaca será a sustentabilidade. "Entre as atividades programadas, vamos levá-los a uma fábrica de sabão, para mostrar como o óleo de cozinha é reaproveitado. A ideia é inserir todo o conteúdo em meios digitais, como youtube e blogs", conta a professora.

300 escolas com laptop em 2008

Aconteceu nos dias 07 e 08 de novembro em Brasília uma reunião entre MEC, representantes das secretarias estaduais CONSED e municipais UNDIME e presidência da república para apresentação do programa UCA para 2008. Serão 300 escolas de até 500 alunos e professores espalhados por todo o Brasil que receberão um laptop por aluno!

Com certeza este será um momento histórico para a Educação Brasileira. Com a distribuição de 150.000 laptops no que está sendo chamado de piloto do UCA, será possível analisar dados de diferentes realidades e decidir se o programa chegará mesmo para todas as escolas públicas brasileiras posteriormente.

As cinco escolas que estão realizando as implantações este ano apresentaram um pouco do seu trabalho com os diferentes modelos disponíveis. Nestas escolas procurou-se vivenciar duas possibilidades em relação a distribuição dos computadores: um para cada aluno ou utilização compartilhada.


O Classmate foi experimentado nas escolas CIEP Rosa da Conceição Guedes de Piraí no Rio de Janeiro (cidade iluminada utilizando tecnologia WiMAX) e o Colégio Estadual Dom Alano Marie Du Noday em Palmas - Tocantins.


Utilizando o famoso XO estão as escolas Escola Estadual Luciana de Abreu de Porto Alegre no Rio Grande do Sul e Escola Municipal Ernani Silva Bruno de São Paulo (capital).


Com apenas 40 unidades do Móbilis a Escola CEF 01 de Brasília (Vila Planalto) foi a única a testar o equipamento.


Como pontos inovadores deste projeto foram destacados durante toda a reunião:
uso do laptop por todos estudantes e educadores da escola pública em um ambiente que permita a imersão numa cultura digital;
mobilidade de uso do equipamento em outros ambientes dentro e fora da escola;
conectividade. Interação por meio de redes sem fio;
uso pedagógico das diferentes mídias.

Para quem acreditava que os professores estavam "abandonados" no projeto, está sendo prevista uma formação, através dos NTEs e universidades locais para os professores, bem como distribuição de equipamentos.

As escolas participantes terão acesso a internet com banda larga e cobertura wireles em toda sua estrutura.

Nestas próximas semanas as secretarias estaduais e municipais devem estar divulgando a relação das escolas que serão indicadas para participação no projeto, representando,juntas, 5% das escolas públicas brasileiras.

As inovações tecnológicas a serviço da educação



Presidente da Associação Brasileira de Tecnologia Educacional (ABT)

Desde fins do século XIX, as grandes invenções ou inovações tecnológicas do mundo das comunicações têm sido associadas ao seu potencial de uso pela educação. Primeiro foi o telégrafo, depois o telefone, em seguida o cinema, e assim por diante. Essa era a idéia que inventores e visionários tinham tanto da tecnologia como da educação. Juntavam uma a outra, porque as valorizavam ao máximo e desejavam ver suas invenções produzindo benefícios para toda a humanidade.

Nem tudo, ou muito pouco, do que se imaginou nos primórdios do século passado, com relação a essa ligação tecnologia-educação, foi posto em prática. Há explicações de toda ordem. O professor Lauro do Oliveira Lima, em seu livro Para que sevem as escolas (ed. Vozes, 1996), nos fez refletir a partir de seu instigante e polêmico posicionamento sobre o lugar que tem o educador no processo de formação do cidadão e nos afirma que a educação foi a área que menos se benefciou dos avanços científicos dos últimos séculos, por resistência dela própria.

Se quisermos absolutizar essa questão, certamente iremos encontrar inúmeros exemplos que venham a nos desmentir, não só aqueles que sejam representativos da criatividade e da investigação de pesquisadores e pensadores como J. Piaget, mas também os exemplos práticos de escolas que buscam superar os modelos tradicionais. Contudo, em geral, é muito difícil dizer que o professor Oliveira Lima csteja equivocado. O modelo de educação que se aplica hoje, do ponto de vista da relação ciência‑educação, é muito mais próximo do modelo educacional desenvolvido a partir da evolução da prática dos mosteiros medievais (séculos XII e XIII) do que de algo que possa representar a síntese do conhecimento humano na medicina, psicologia, eletrônica, comunicação etc.

Comparando os métodos de ensino praticados àquela época e os em vigor hoje, é certo que diferenças haverá, mas dificilmente se poderá imaginar que houve revoluções que transformaram substancialmente a prática pedagógica e, principalmente, o uso de recursos para a aprendizagem. O espaço fisico, a forma de organização de turmas, a sala de aula, o quadro-negro, a separação dos horários, os exercícios, os estímulos, o currículo escolar, o credenciamento, o formalismo etc. estão presentes desde pelo menos há 600 anos com características primárias muito semelhantes.

Nesse processo, talvez o que tenha marcado mais as mudanças no ensino não seja a forma de ensinar nem de aprender, as técnicas e os métodos usados, mas sim as questões de caráter social, ideológico e ético. As mulheres, hoje, são maioria, por sua própria competência, luta e obstinação, nos sistemas de ensino, como alunas e mestras. O castigo físico foi incluido e, depois, excluído do processo pedagógico. A Igreja Católica não é mais a instituição de maior responsabilidadc pela educação, que passou a ser uma função do Estado. Isso não significa, de modo algum que a história da educação não seja rica; ela o é tanto quanto a história das idéias e do processo civilizatório.

Contudo, ainda permanece, como característica de nossas sociedades, certa dificuldade em encontrar outra forma de disseminar os saberes acumulados e de construir o processo da socialização inteligente por meio de forma diversa daquela adotada desde mais de um milênio, com a aplicação de tecnologias diferentes das utilizadas naqueles tempos.

A tecnologia tem assumido, porém, um papel de elemento de pressão sobre os processos de ensino e de aprendizagem:

Quarenta anos depois que Gutenberg converteu um antiga prensa de lagar em máquina impressora, com tipo móvel, havia imprensa em 110 cidades de seis diferentes países. Cinqüenta anos depois que a imprensa foi inventada, mais de oito milhões de livros haviam sido impressos, quase todos eles cheios de informação que antes era inacessivel à média das pessoas. Havia livros sobre direito, agricultura, política, exploração, metalurgia, botânica, lingüística, pediatria e até sobre boas maneiras. [...] Assim. tanta informação nova, dos tipos mais diversos, foi gerada, que os impressores já não podiam mais usar o manuscrito do copista como modelo do livro. Em meados do século XVI. os impressores começaram a experimentar novos formatos, sendo que entre as inovações mais importantes estava o uso dos algarismos arábicos para numerar as páginas

A impressora de Gutenberg, em razão do processo social e econômico que dava origem à nova ordem capitalista, serviu para disseminar conhecimentos, potencializar o poder das idéias. A palavra poderia, então, caminhar mais rapidamenlc que o autor. Não se tratava somente de infomação que fluía, mas de bases para a construção de novos conhecimentos que se disseminava. O estudante podia ter acesso, talvez com a mesma facilidade que o mestre, aos conhecimentos, às idéias e às informações que estavam sendo tratados na escola ou na universidade.

A reação não tardaria, podem dizer alguns:

A invenção do que é chamado de currículo foi o passo lógico para organizar, limitar e discriminar as fontes de informação disponíveis. As escolas tornaram-se as primeiras burocracias seculares da tecnocracia, estruturas para legitimar algumas partes do fluxo de informação e para desacreditar outras. Resumindo, as escolas eram um meio de governar a ecologia da informação.

Nesse caso, usando novamente um conceito amplo de tecnologia, o currículo é uma tecnologia de organização do processo de ensino, formada sob a base de uma determinada cultura que, por um lado, podia estar preocupada em sistematizar e orientar o processo didático para a melhor forma de se transmitir determinado conhecimento, como também poderia ser um meio (ideológico) de controlar essa transmissão de conhecimentos e valores.

Provavelmente a forma mais acertada de se entender a resistência da escola e dos agentes educacionais seja a de perceber esse comportamento como não sendo impeditivo do desenvolvimento de novas metodologias e técnicas pedagógicas ou mesmo como sendo incapaz de promover a negação absoluta da incorporação de novas tecnologias ao ato educativo, mas, antes de tudo, como uma resistência que retarda a incorporação dessas inovações, até mesmo, em certos casos, como manifestação de precaução de cautela diante dos modismos passageiros.

Contudo, o importante é saber e compreender que o processo de formalização do ato educativo é algo com caracteristicas históricas, é construído a partir dos anseios, dos desejos, das realidades sociais, econômicas e políticas, das relações culturais, dos conflitos e dos acordos, enfim, tanto a educação em geral como suas instituições e mesmo as teorias, as metodologias e as técnicas são criações das sociedades, dos homens e das mulheres. E, assim, têm começo, meio e fim; ou, melhor dizendo, podem mudar, transformar-se em outras formas de se educar ou de possibilitar a construção individual e social do conhecimento.

O mais importante é ter a mente aberta ao novo. Não como modismo, mas como meio de achar meios para cumprir melhor a missão dos educadores, buscando formas de ampliar o acesso de jovens e adultos à educação, quer na forma do ensino regular formal, quer como educação continuada ou educação permanente.

Melhor ainda se essa ampliação das oportunidades de acesso estiver acompanhada da elevação da qualidade da educação.

Abrir a mente à mudança, ao novo, neste momento, mais que ficar correndo atrás de tecnologias de última geração, significa pensar formas de flexibilizar o sistema de ensino, imaginar processos que ajudem a construir o caminho que os cidadãos vão trilhar nos próximos anos, com a adoção de currículos mais adaptados às exigências no mundo moderno (e do futuro de incertezas) ou com a introdução de novos conteúdos, mas principalmente que venha no sentido de olhar o aluno como sujeito que deve ser capaz de pensar com criatividade, que tenha auto-estima, que possa enfrentar mudanças profissionais e de valores.

Nos casos de dificuldades materiais, orçamentárias e políticas para se mobilizar o que tem de mais avançado em tecnologia material, deve-se mobilizar a criatividade tecnológica que está em cada um, fazendo com que mudanças possam operar no seio do jeito tradicional da se fazer educação.

Fonte: Tecnologia Educacional, ano XXXI, n. 161/162, abr./set. 2003. http://nteitaperuna.blogspot.com
Intel, USAID e UNESCO estabelecem parceria para incluir 10 mil jovens brasileiros no mundo digital
comentado por Fabio Tagnin em novembro 4, 2009

Materiais e metodologia do Programa Intel Aprender chegarão a áreas em situação de risco por meio de centros de inclusão social mantidas pela UNESCO.

A Fundação Intel realizou uma parceria com a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para implementação da metodologia do Programa Intel Aprender em cerca de 180 centros comunitários de educação do país. Por meio dos cursos “Tecnologia e Comunidade” e “Tecnologia no Trabalho”, a iniciativa capacitará mais de 10 mil crianças e jovens no uso da tecnologia da informação.

A Fundação Intel, a USAID e a UNESCO oferecerão cursos de informática a jovens que freqüentam o programa “Atendimento Integral ao Educando e à Comunidade na Perspectiva de uma Cultura de Paz no Distrito Federal”, parceria entre a UNESCO e a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, e a crianças atendidas pelos quatro Espaços Criança Esperança, mantidos pela campanha Criança Esperança, um projeto da REDE GLOBO em parceira com a UNESCO, em comunidades das cidades de São Paulo-SP, Rio de Janeiro-RJ, Belo Horizonte-BH e Olinda-PE. Com esta iniciativa, a Intel prevê que jovens inseridos em comunidades de risco possam se dedicar a atividades extracurriculares nas escolas e nos centros comunitários.

“O acesso à tecnologia é fundamental para a redução da desigualdade social, colabora para a formação de jovens e contribui para o aumento da competitividade do país, pois permite uma rápida evolução de idéias e habilidades necessárias para enfrentar os desafios do século XXI”, disse Fabio Tagnin, gerente de Educação da Intel Brasil. “Acreditamos que projetos de sucesso estimularão a participação de entidades não-governamentais, representantes do setor público e da iniciativa privada em atividades que incentivem a educação, com a elaboração de políticas efetivas de inclusão social”, completa o executivo da Intel.

A educação serve para fazer mais do que usuários e desenvolvedores de tecnologia


Na visão tradicional quem vai á escola é para aprender ou para preparar para a vida social, mas na visão liberal é uma instituição. No mundo que estamos ele passa por várias mudanças, muito mais do que consumidores para a utilização das tecnologias a escola necessita assumir o seu verdadeiro papel que é formar cidadãos concientes para observar criticamente a fim de lidar com as inovações e transformações sucessivas dos conhecimentos em todas as áreas.
A utilização das tecnologias na educação a perpectivas orientada pelos propósitos da sociedade da informação no Brasil, exige a apropriação de novas abordagens pedagógicas acabando com o isolamento da escola e colocam a permanência do diálogo e a cooperação com os demais instâncias da sociedade. Educar para as inovações e a mudança significativa e a mudança significativa propor dinâmicas de aprendizagem, em que se possam atuar e desenvolver concepções sócio-históricas da educação garantindo a formação de pessoas para o exercício da cidadania e do trabalho com criatividade e liberdade.
O objetivo de aumentar o sentido de educar e reinventar a função da escola, os projetos educacionais desenvolvidos via redes não podem ser pensados apenas como uma forma diferenciada de promover o ensino. Elas são formas de interação, cooperação que podem ampliar a atuação dos professores, alunos e demais segmentos, que viabilizam o desenvolvimentodo ensino da gestão da educação em caminhos diferentes.
O desenvolvimento da educação tem sido muito rápido, a inclusão digital deve ser pensada como uma forma de diminuir os problemas para que aqueles que possuem dificuldades a participação físicas que dificultam a participação em atividades escolares. Os dispositivos, SOFTWARES e programas especiais para pessoas com problemas de visão, audição e outras limitações.
A grande maioria os projetos educacionais que estão em curso reproduzem a realidade anterior dos cursos e projetos do ensino a distância.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Se é perto é complicado, de longe então...


Outro dificuldade infrentada é a adequação entre o professor, aluno,conteúdo, realização e como tudo isso pode ser incluído nos processo educacional, o aparecimento dos cursos á distância eram vistos nas novas TICs que criou um movimento onde a prioridade dos professores era o conhecimento tecnológico. Desta forma os profissionais que atuaram nessa área obtinham um ótimo conhecimento das tecnologias, achavam que podiam criar cursos á distâncias em base digital e sem ter o conhecimento dos conteúdos e mesmo assim passar. Os fracassos acontecem devido á estas experiências , pois sem o domínio do conteúdo nos pode -se oferecer um ensino de qualidade e por estas falhas acabaram se generalizando que todos os cursos e projetos não possuem uma qualidade boa, mas esta ideia esta ultrapassada, por este motivo que antes de frequentarmos devemos pesquisar para termos certeza que o ensino passado tem ou não a qualidade que esperamos receber. Um curso bem estruturado tanto tecnológicamente como pedagógicamente o fracasso não fará parte desta história e deixando para trás esta ideia de são mal elaborados.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Os problemas nas relações entre a mídia e os processos educacionais



Ao pararmos e pensarmos nos mais diversos tipos de mídias que conhecemos como o programa de rádio, televisão e mais atualmente o computador e a internet, temos então conhecimento de alguns projetos que não obteram sucesso ou não alcançaram seus objetivos principais.


Por mais que a tecnologia seja um instrumento indispensável na educação temos a obrigação como educadores de saber manipulá-lo, mas infelismente nem sempre isso ocorre, as instuições muitas vezes não possuem verba para suprir as necessidades básicas da escola( manuntenção e outros) é importante que as verbas sejam organizadas em orçamentos, esses são apenas problemas iniciais na relação da escola e a o uso das tecnologias digitais. Nas instituições que já possuem computadores conectados á internet os professores acabam tornando-se vigias dos seus alunos, pois observam onde os seus alunos estão conectados, obter a certeza que não em saites impróprios. As escolas necessitam instalar filtros para que não ocorra problemas mas também possa apresentar um caminho onde os estudantes vão de uma forma mais diversificada compreender o verdadeiro significado da palavra APRENDER!



As redes digitais e as rupturas no ensinar, aprender e viver



Relacionando a educação, as redes de comunicação trazem novas e diferenciadas possibilidades para que as pessoas possam se relacionar com os variados conhecimentos e aprender com eles. As mudanças contemporâneas que sucedem do uso das redes que se transformam com as relações do saber, as pessoas necessitam atualizar os seus conhecimentos e competências, para que possam manter a qualidade em seu desempenhi profissional.


As características das redes reconfiguram espaços e tempo do saber en diferentes caminhos, as tecnologias digitais criam( em softwares disponíveis en CD-Rom ou DVDs e nas redes) mundos paralelos em que as pessoas podem assumir novas identidades e viver novas realidades. Simulações de todos os tipos garantem vivências, transformações no comportamento e aquisição de novas competências, sem a necessidade de estágios concretos para aprendizagem.


Centro de pesquisa da Universidade EAST CAROLINA UNIVERCITY GREENVILLE NC.
As alterações e experiêncais virtuais podem ser compartilhadas por um grande número de pessoas ao mesmo tempo, ainda que estejam fisicamente em espaços diferentes. O uso desses recursos digitais com similações e outras instalações com um novo momento no processo educativo.

As tecnologias também servem para fazer Educação

A educação e a tecnologia são indispensáveis, para que aconteça a integração é preciso que os conhecimentos, valores, hábitos e atitudes do grupo em geral utilizando a educação para ensinar as tecnologias que estão na base da identidade e da ação do grupo e que faça uso delas para ensinar as base da educação.


A maioria das tecnologias são utilizadas como auxilio no processo educativo,pois a presença de uma determinada tecnologia pode influênciar mudanças na maneira de organizar um ensino. A escolha de um determinado tipo de tecnologia altera profundamente a natureza do processo educacional e o seu desenvolvimento.

Uma sala de aula cheia de alunos exigem alguns recursos tecnológicos como microfones, projetores, computadores e outros.

As novas tecnologias de comunicação (TICs), a televisão e o computador são grandes responsáveis pela movimentação provocada pelas novas "pontes" na abordagem do professor, fazendo o aluno compreender melhor o conteúdo que esta sendo ministrado. As tecnologias comunicativas são utilizadas na educação ainda não provocam muitas alterações nas estruturas dos cursos, nos desenvolvimentos dos conteúdos modificando a maneira com que os professores trabalham didáticamente.

Para que as TICs possam trazer possam realizar algumas dessas modificações elas primeiramente necessitam ser compreendidas e incorporadas pedagógicamente, respeitando as suas especificidades do ensino e do própria tecnologia para poder garantir o seu uso de forma correta. As mediações feitas entre o desejo de aprender e o professor que vai auxiliar na busca destes caminhos que guiará o aluno até a aprendizagem, os conheciementos são a base do processo e as articulações com esses novos conhecimentos que são a base do processo de interação que define a qualidade da educação.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Tecnologias também servem para informar e se comunicar












A tecnologia também é utilizada para a comunicação, a necessidade de se relacionar o homem criou a "tecnologia de inteligência", não é concreta como algumas outras é imaterial e é conhecida apenas pela linguagem que é utilizada em diferentes tempos e espaço. A produção industrial trouxe uma realidade nova para a utilização desta tecnologia, pois a partir dela surgiu profissões que tem como foco de ação a comunicação e informação, estes novos meios de comunicação aumentamo acesso a notícias e informações para as pessoas.


A linguagem oral é a mais antiga forma de comunicação, a fala possibilita uma construção de diálogos, através da transmissão de informações, a estrutura é uma forma particular de fala que utiliza-se por grupos sociais que originaram os idiomas que define a cultura e a transmissão de um povo. A sociedade oral o apelo esta mais na afetividade em programas de rádio, televisão, a repetição de músicas simplificando tendo como objetivo a apresentação de ideias.


Na escola é mais utilizado a a fala como recurso em muitos casos o aluno não se faz muito presente nessa atuação. Na linguagem escrita a tecnologia de comunicação surgiu quando os nômades passaram a ocupar um espaço, a partir da escrita se da a autonomia da informação. Não há necessidade da presença física, mas também observamos que muitas vezes apreendidas de acordo com o contexto em que ocorre um encontro com o autor.

A linguagem digital é articulada com tecnologias eletrônicas de informação e comunicação e é baseada em códigos, que são básicos para informação e comunicação com base também nos hipertextos ( é uma evolução do texto linear da forma que conhecemos). O progresso dessas tecnologias produz o aumento de mensagens textuais, sonoras e visuais de nossas vidas, passando assim a ter uma relação mais dinâmica.


Temos também acesso com muitas outras pessoas através de blogs,salas de bate papos e saits, ,as mais que uma interligação entre os computadores é uma articulação entre várias pessoas conectadas com vários onjetivos sendo eles os mesmos ou não.



























domingo, 6 de junho de 2010

O QUE SÃO TECNOLOGIAS E POR QUE ELAS SÃO ESSENCIAIS

A autora nos coloca que a tecnologia é tão antiga quanto a raça humana, que resultou em diferenciadas tecnologias através do uso do seu raciocíonio.Na idade da Pedra os homens eram frágeis(fisicamente)se comparando com a força da natureza e alguns animais os quais com o tempo foram superando.
Nos dias de hoje não há muita diferença, porque grandes potências preocupam-se com a ampliação e a estabilidade dos poderes polítcos e econômicos,tendo em vista a produção de equipamentos que passam a ser utilizados em nossas casas modificando nossas vidas
O poder de as tecnologias estão vinculados em vários tipos de relações sociais um exemplo é como vários jornais e revistas publicam a mesma notícia de formas diferentes.Sendo assim podemos observar que a globalização da economia e finança esta construindo uma nova divisão social, desenhando uma nova geografia que não importa onde se habita, mas as suas condições de acesso ás novas tecnologias.
Entre esse poder, conhecimento e tecnologia ainda temos um item que não podemos esquecer que é a educação, a criança recebe dois tipos de educação primeiramente no seu meio cultural familiar, onde esta inserid, hábitos, atitudes, sendo assim a escola também prática o seu papel em relação aos conhecimentos e a utilização das tecnologias que fará a ligação entre o professor, aluno e conteúdo.
As tecnologias vem aumentar e asegurar um novo bem-estar em nossas vidas,quando é falado em tecnologia primeira coisa que vem em nossa mente é computadores, mas a tecnologia não é apenas máquinas, reune várias habilidades do cérebro humano como os exemplos a seguir: